segunda-feira, 6 de julho de 2009

Report Sessão 05/07/2009


Após tudo acertado com o Lorde Padraig, prefeito do vilarejo Abrigo do Inverno, o grupo resolveu ir até o covil dos kobolds para dar cabo de uma vez por todas de tal ameaça que vinha atormentando o povo do vilarejo, o próprio grupo foi vítima inclusive de dois ataques de tais criaturinhas.

Ao sair da cidade em direção ao covil, eles sofreram uma emboscada arquitetada por vingança contra eles pelo kobold que havia escapado de seu último encontro. Não houve nenhum contratempo e o bando de lagartos foram derrotados, não sem antes um deles ser capturado pra interrogatório, interrogatório esse que virou uma tortura, morrendo de medo o pobre coitado contou tudo que sabia sobre seu povo, contou que eles na verdade estavam sendo ameaçados por um goblin chamado Irontooth a fazerem o que o goblin queria, ou seu povo seria dizimado.

Depois que o kobold deu com a língua nos dentes, o grupo resolveu dar cabo da vida do pequeno, isso gerou um pequeno desentendimento entre eles, pois o personagem do Marcel estava pra crucificá-lo em uma árvore quando os outros se interporam por não concordar com tal atitude e o Alan deu um tiro com seu arco dando fim a vida do pequeno kobold.

Ao terminar a discussão se encaminharam em direçao a cachoeira, onde ficava a entrada pras cavernas utilizadas como lar, chegando lá, mais uma batalha onde dessa vez mais kobolds foram vítima dos heróis, essa batalha foi um pouco mais sofrida por conta de uma particularidade em relação ao ambiente, pois um lugar emanava uma energia estranha e o kobold dentro dessa área tinha uma resistencia a dano muito alta e o personagem que se aproximava dela era empurrado para fora, dificultando o acesso ao pequeno, que não parava de utilizar seus poderes pra combater o grupo, depois de vários ataques, o personagem do bacia empurrou o kobold pra fora da área e no mesmo instante ocupou seu lugar, logo em seguida o personagem do Alan convenceu o kobold a se render, sem ver outra alternativa, ele o fez.

Ao invés de matá-lo, o grupo resolver conversar com o kobold feiticeiro e convenceram ele que eles poderiam ajudá-los se eles aceitassem, a briga deles já não era mais contra os kobolds e sim com o líder deles, o goblin Irontooth, depois de muita conversa, o kobold diz que ele poderia ir falar com os mais velhos e passar o recado sobre a ajuda, algum tempo depois o mesmo kobold volta acompanhado de outros dois, esses com um semblante mais idoso, os anciões do povo kobold. Concordaram em aceitar a ajuda. Para garantir maior segurança a eles, acharam melhor saírem pra outro lugar enquanto o grupo aguardava a chegada do goblin de tocaia, enquanto os kobolds saíam da caverna acompanhados pelo personagem do Alan, servindo de batedor e do Marcel pra ajudar a montar acampamento para eles, Bean e Bacia entravam no local, nos aposentos do goblin encontraram uma carta dizendo que um informante no abrigo do inverno o havia alertado sobre estranhos e que eles estavam pra abrir a fenda novamente muito em breve, a ameaça de Orcus voltava a espreitar novamente, a mensagem era mandada por um homem chamado Kalarel.


Imediatamente correram atras dos outros dois companheiros para avisar sobre os planos do novo inimigo, ao alcançarem a caravana decidiram que o melhor seria partir imediatamente para a fortaleza para impedir o culto de conseguir abrir o selo e trazer de volta um grande mal ao mundo, e ao mesmo tempo avisar o Lorde Padraig que existia um informante dentro da cidade, o grupo agora seria dividido em duas frentes e o futuro do mundo estava em suas mãos.

sábado, 27 de junho de 2009

Irmãos Warbringer

Depois de um tempo sem postar nada, por estar estudando, voltei agora com força total, nesse post vou colocar a primeira parte da história que retrata a vida e ascenção de dois irmãos bem peculiares, conhecidos como os Anunciadores da Guerra, ou Irmãos Warbringer mais comumentes chamados. Nessa primeira parte vou colocar a história do primeiro deles.

Laucianevam Warbringer filho de uma casa famosa de grandes militaristas no antigo reino de Arkhosia, e não diferente de seus antecessores, ele se tornou um com louvor, durante seu treinamento militar, Laucian sempre foi o que mais se destacou em sua turma, sempre passava em seus testes com maestria e surpreendia seus tutores com uma incrível sagacidade e frieza para tomar suas decisões, não demorou muito para perceberem que Laucian superaria e muito seus tutores.

Ao final do treinamento, propuseram um teste a Laucian ao qual ele julgou não ser digno de sua capacidade, não desafiava seus conhecimentos e recusou-se fazê-lo, pergutou se algum dos seus mestres ainda tinha algo a ensiná-lo e todos disseram que não, então Laucian disse que ele não necessitava mais deles e que não fazia nenhuma questão de continuar ali, deu as costas a seus superiores - algo que ele não mais considerava - e saiu de lá, a procura de alguém que pudesse ensiná-lo algo, demorou vários anos em sua jornada, Laucianevam ja estava com seus 30 anos, seu antigo reino ja havia decaído em sua batalha incessante contra Bael Turath, seu povo já não era mais tão populoso quanto antes em sua Era Dourada, quando ele se deparou com uma cena nada comum, andando como um errante ele se deparou com uma comitiva onde seu líder era nada mais nada menos que uma mulher de sua raça. Seus caminhos se cruzaram novamente depois de tantos anos, sua família o estava procurando.


Ao ver sua irmã na sua frente Laucian indagou: "O que quer irmã?", sua irmã desceu do cavalo onde estava montada e sem falar nada aproximou-se do irmão e o esbofeteou, logo em seguida o abraçando, eles estavam so no mundo, sua família foi dizimada, nada restava a não ser um ao outro.

Depois de Vidala Warbringer o deixar a par dos acontecimentos, onde sua família outrora grandiosa fora simplesmente dizimada por seus iguais, julgados responsáveis diretos pela queda do grandioso império, os Warbringer foram enforcados em praça pública, os que sobraram foram caçados feito animais, poucos sobreviveram, pra ser mais exato, apenas dois. Laucian a medida que escutava o relato de sua irmã, via em sua mente tal acontecimento e tomado de fúria rugiu de uma forma que nem mesmo o maior dos leões seria capaz, Laucian estava decidido, sua família seria vingada, Arkhosia seria dizimada, e seu nome faria apenas parte da história.
Um exercito começou a ser formado.






quinta-feira, 18 de junho de 2009

Donovan Goldarm


Pra começar a falar da Guerra da Fúria primeiro preciso falar dos 5 escolhidos por cada entidade, o primeiro que vou descrever é o guerreiro que mais se destacou por sua ascenção e por sua queda, de um mísero fazendeiro a herói, de herói a um dos maiores vilões que os dois mundos ja conheceram.

Donovan nasceu de um parto prematuro, filho de uma humana com um orc, oriundo de um ato de estupro, sempre foi revoltado com sua metade não humana e supria um ódio incomensurável pela raça em questão. Franzino e motivo de piadas por todos do vilarejo, seu ódio so aumentava e o tornava cada vez mais centrado no seu próprio mundo. Ao passar dos anos sua mente foi se reclusando e por algum motivo várias facetas de sua personalidade vieram à tona. Ora se tornava uma criança meiga e procurava o colo de sua mãe, ora uma criança metodista e fria, sempre procurando os mais velhos que lhe fossem úteis em ensinamentos militar, embora quase sempre fosse rechaçado por ser fruto do que é, ora uma fúria incontrolável se apossava dele e por causa desses ataques ele era surrado por vários de seus compatriotas mais velhos.

Quando já com 22 anos, seu vilarejo foi atacado novamente por uma tribo de orcs ensandecida, quase todo mundo foi morto durante o ataque, sua mãe foi uma delas, Donovan tentou lutar, mas foi em vão, enquanto gritava o nome de sua mãe, os orcs a estupravam na sua frente, e depois de saciados, a degolaram. Ao acontecer isso, Donovan expolodiu em ira e dizimou os orcs em questão de segundos, deixando apenas um deles vivo pra interrogá-lo.

O pobre orc depois de dois dias de tortura falou tudo que sabia, seus superiores, o esconderijo onde estavam, tudo; possuído, Donovan foi em sua empreitada e não teve nenhuma dificuldade em exterminar todos os orcs que estavam nessa fortaleza. Seus feitos foram em pouco tempo espalhados pelo mundo e ele se tornou conhecido como "Donovan Orckiller" pela maioria das pessoas, por outras como "O Assassino da Própria Raça".
Outro dia posto o motivo de sua queda e a sua ficha completa.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Donovan o Corrompido

Continuando a história do Donovan, mas primeiro uns esclarecimentos, realmente a mãe do cara só se fudeu, sobre o seu nome, o nome dele é Donovan Goldarm, esse nome se dá devido ao seu crescimento entre os humanos, e não entre os orcs, Orckiller foi como passou a ser chamado após a sua investida contra a fortaleza dos orcs. Sobre a ficha que havia prometido, eu posto depois, fiz esse texto ontem a noite e não deu tempo de construir a ficha a tempo, o sono não deixou, e também tenho de fazer algo consistente, afinal o cara é um dos 10.

Nessa segunda parte da matéria sobre o Donovan, mostrarei o seu ápice e como que por capricho do destino, por não ter mais pra onde subir, so restou ao pobre meio orc, descer, e como ele caiu.

Após sua fama ser feita, Donovan percorreu o mundo trucidando todo tipo de orc que encontrasse, não demorou muito pra ele fazer inimigos cruéis, inimigos esses poderosos e influentes no mundo inteiro. Mas mesmo com todas as adversidades, continuava como uma força da natureza, nada o parava, nem ninguém.

Aos 40 anos de idade, já não se contava quantos caíram perante o seu braço, e o apego pela vida que Donovan o tinha, já não existia mais, a única coisa que o movia por paixão era o calor da batalha e ver seus inimigos caídos a seus pés e suas armas ensangüentadas pelo sangue dos derrotados. Foi mais ou menos nessa época que ele conseguiu inúmeros seguidores, e esses já começavam a se espalhar por todo o continente, rápido como seus golpes. Seus discípulos passaram a ser conhecidos como “Os Sedentos”.

Mais alguns anos se passaram, Donovan estava com 60 anos de idade, mas seu braço continuava poderoso, sua mente não. E uma das personalidade de Donovan, que praticamente não aparecera nesses últimos 40 anos voltou à tona, mais forte do que nunca, e essa foi a sua ruína. Cada vez mais recluso em sua fortaleza, localizada numa das mais altas montanhas do continente de “Duanthal” ele foi tomado por sua loucura, sua mente frágil via inimigos por todos os lados, já não recebia quase ninguém em seus aposentos, descendentes nunca teve por não querer um lado fraco a ser explorado pelo inimigo, amigos, não lembra nem se o fez nesse tempo todo, e pela primeira vez em 60 anos, Donovan chora e se perde dentro de si mesmo.

Durante mais ou menos 8 anos, ninguém mais o viu, a não ser seu conselheiro, conhecido entre os seus, simplesmente como “O Agourento”, por sempre trazer maus presságios, mas por algum motivo Donovan confiava em seu aliado. Durante esse tempo, ordens eram dadas em seu nome pelo conselheiro para atacar terras vizinhas e através da força, aumentar seu território. E foi feito com sucesso, nenhum reino próximo era páreo para “Os Sedentos”, homens loucos por guerra, viviam para aquilo, e mais nada sabiam fazer. O império do novo tirano crescia vertiginosamente e era governado com mãos de ferro, a única lei era a palavra dele e qualquer tipo de resistência era considerada como o maior dos crimes, e punido de acordo. Campos de contenção cada vez maiores foram criados, para punir aqueles que ousavam se rebelar.

Aos 70 anos de idade já não era possível reconhecê-lo, do homem austero e imponente em sua juventude a um velho decrépito e corcunda, a idade não fora gentil com Donovan, é quando ele percebe que não duraria muito mais tempo, mas ele resolve mudar isso, ele iria viver mais, muito mais, mesmo que pra isso outros tivessem que perecer, gastou fortunas de reinos inteiros em pesquisas, trazia dos mais longínquos lugares sábios que pudessem lhe oferecer a vida eterna, ou um rejuvenescimento constante, vidas foram sacrificadas em rituais macabros em seu nome e em nome de deuses a muito esquecidos. Mas nada fazia o tempo parar, nada era capaz de deter a mão da morte que se aproximava cada vez mais do tirano. E tal frustração gerava ataques de fúria no debilitado monarca que acabava por machucar a si mesmo em tais possessões.

Dez anos se passaram e nada de sucesso, suas prisões já não estavam mais tão cheias, quase todos os presos eram usados como cobaias em seus experimentos. Todos em vão. Ao perceber que pela primeira vez desde o ataque orc à sua vila, ele era incapaz, Donovan definhou e resolveu dar cabo de sua vida, e o fez.

Milhares de anos se passaram, seu reino já não mais existia, “Os Sedentos” aos poucos foram derrotados, pois seu líder não estava mais com eles, “O Agourento” desapareceu depois de alguns anos de sua morte. Poucos sequer lembravam teu nome; canções, somente dos menestréis mais velhos e esses já não durariam mais muito tempo, seu nome seria esquecido.

Ainda não.

Durante toda a vida de Donovan ele fora minuciosamente observado pela entidade maléfica, ela estava escolhendo seus campeões, e Donovan seria um deles, mas ele precisava ser refinado, precisava ser corrompido, não poderia ter um traço sequer de humanidade para ser um dos escolhidos, mas durante a sua vida, a entidade enxergava nele um lado bom, uma fagulha que ainda existia dentro dele, que precisava ser extinta, e somente após seu suicídio tal bondade não existia mais.

Era hora de Donovan levantar-se. Seu rugido de batalha seria novamente ouvido, sangue voltaria a ser derramado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ulara Yanasur (Continuação)



Postando agora a segunda parte da história de Ulara, depois de alguns anos presa, precisamente 15 anos, ela deixou de lado qualquer sentimento que nutria e resolveu se vingar, oferecendo agora bem mais do que a própria alma, dessa vez ela oferecia a alma de milhares, e Orcus atendeu o pedido de sua promissora seguidora, dessa vez Ulara se certificaria que seria ouvida, e foi.


Sua voz se tornara um instrumento de destruição, e seus praguejos se tornaram uma força do caos, enquanto se livrava de seu cárcere, fez questão de ir atrás do dragonborn que outrora fora alvo de sua paixão, e não deixou pedra sobre pedra de sua masmorra até encontrá-lo, ao vê-lo pela primera vez depois de tantos anos, a única coisa que sentia era desejo de vingança, ela o faria pagar pelo que passou, dessa vez, ela não era mais a Ulara de antes, seu poder era maior, muito maior, e ele cai de joelhos perante Ulara, e ela ri, sua gargalhada contam as lendas, que é possível escutar até os dias de hoje, quem escutava era tomado por um acesso de loucura e grande parte das pessoas que ainda estavam vivas, se matavam na mesma hora, tamanho horror lhes tomavam.

Ao ver que iria morrer Kirianam é tomado pelo desespero, mas Ulara também foi misericordiosa com ele, e ao invés de condená-lo à morte, o torna seu escravo, retirando sua sanidade, sua bela voz, e seu imponente corpo, agora Kirianam não passava de uma mera sombra do que antes foi, de um galante guerreiro a uma corpo disforme, gordo, olhar distante, mudo e senil, acorrentado e condenado a viver como um brinquedo nas mãos da rancorosa Ulara, a partir daquele dia, ela sempre foi vista com seu mais novo brinquedinho acorrentado e conduzido como um cachorro.

Após esses acontecimentos Ulara ainda tinha mais um lugar para ir, ao próprio lugar onde nascera, ela queria a desforra, e não hesitou, marchou na direção de seu antigo lar e fez com que sentissem dor, mas não era qualquer dor, era a dor que somente a mais depravada das mentes era capaz de conceber, os tieflings do poderoso império Bael Turath não foram capazes de se defender perante avassalador ataque, e um mais novo monarca se levantava. Ulara havia nascido para governar, seu destino era inevitável.

Bael Turath agora era sinônimo de Orcus, os cultos a esse deus negro se antes eram numerosos, agora era absoluto. Ulara se tornara sua mais fiel seguidora.

Aliado da entidade suprema Kain, Orcus mostrou o potencial de Ulara a ele, a hora de cobrar por sua parte no acordo havia chegado, Ulara estava sendo observada.

Depois eu posto a ficha dela juntamente com a ficha dos demais escolhidos, num futuro breve acredito.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ulara Yanasur

Hoje estarei postando a primeira parte da história de mais uma integrante dos 10, seu nome como está claro no título do tópico é Ulara Yanasur, uma tiefling que se destacou por sua capacidade de influenciar as pessoas a fazerem o que ela quer.

Desde criança Ulara teve acesso a tudo que uma pessoa pode querer para uma pessoa da alta sociedade tiefling como ela; Conhecimento, nada era mais valioso, nada era mais buscado pelo seu povo. mas ela queria mais, sua sede era imensa e nunca estava satisfeita.
O tempo foi passando e sua fome so aumentava, seduzia todos os grandes sábio de sua raça apenas pra ter acesso às mais secretas de suas bibliotecas, foi onde ela tomou conhecimento de uma entidade chamada Orcus, um semideus profano com o qual negociou sua alma por poder, poder esse que Ulara usou como ninguem jamais seria capaz de usar. Ulara era de uma casta superior no Reino de Bael Turath, e logo conseguiu ser uma das pessoas mais importantes do grande reino infernal. Seu poder foi amplamente utilizado em nome da glória de seu reino e em seu próprio nome.

Mas o destino lhe pregou uma peça, numa das grande batalhas travadas entre Bael Turath e seu reino rival Arkhosia, seu pelotão foi derrotado, todos sobre seu comando foram totalmente dizimados por um general inimigo de grande poder, seu nome era Kirianam Strongheart, que numa atitude de clemência, poupou-lhe a vida e por isso Ulara se tornou motivo de piada entre os seus. E outra vez o destino brincou com Ulara e ao invés de ódio pelo seu inimigo, seu coração foi tomado pelo sentimento contrário, alguém que poupa a vida de um inimigo não poderia estar do lado errado da guerra, e ela percebeu que seu povo estava errado.

Ela usou de sua influência para acabar com tal guerra absurda, mas tudo em vão, a guerra não era pra definir quem estava errado, o motivo era outro e ela percebeu tarde demais, as razões que lhe influenciavam antes, já não tinham mais sentido, Ulara estava sozinha como nunca jamais esteve e contatar o inimigo seria um ato de traição imperdoável, principlamente em se tratando de uma pessoa como ela.

Mas qual outra alternativa existia? Nenhuma, Ulara iria lutar novamente, mas dessa vez, se certificaria que não estaria do lado errado. Resolveu enviar seu mais silencioso mensageiro ao longínquo reino de Arkhosia contatar o nobre guerreiro, ela tinha de falar com ele pessoalmente, tinha de arrumar uma maneira de acabar com a guerra sem sentido, pelo menos pra ela, e principalmente, expor o que sentia por ele. O problema é que seus passos estavam sendo observados e o mensageiro foi interceptado, imediatamente Ulara foi capturada e em pouquíssimo tempo julgada culpada de alta traição, como tinha uma família influente, ela foi poupada da morte, mas foi exilada com pena de morte caso regressasse a Bael Turath. Uma marca foi posta em sua testa que em sua língua natal significa "Aquela que trai".

Exilada, Ulara resolve ir ate o reino de Arkhosia, oferecer sua ajuda e se vingar daqueles que a humilharam, só que ela ao chegar no reino, ao inves de ser recebida como ela imaginava, foi presa como uma prisioneira de guerra. Diversas vezes ela pediu que chamassem Kirianam, mas nunca foi atendida e anos se passaram como prisioneira.

Amanhã posto a segunda parte e a reviravolta de Ulara.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Resumo sessão 07/06/2009


Estavam na mansão do mercador que havia sido substituído pelos doppelgangers, já haviam conseguido sequestrá-lo e também conseguiram mostrar a um dos soldados com o qual batalhavam o que realmente estava acontecendo, mas o soldado foi alvejado por um dardo envenenado, resolveram fugir da mansão com o que tinham, o doppelganger amarrado e o soldado a beira da morte. Durante a fuga foram avistados por cidadãos que chamaram a guarda da cidade, a perseguição foi intensa, mas graças à ideia de Alancarte de sair espalhando pedaços de roupas de cada um pelos becos, conseguiram despistar os cachorros que estavam farejando seus rastros.


Depois de se reunirem os esgotos, resolveram fazer umas perguntas ao refém, que não se mostrou muito disposto a colaborar, mas ele não aguentou depois de 2 dias de tortura, ele parecia um papagaio de tão falante. O doppelganger falou que um mebro de sua raça chamado Camaleão havia conseguido reunir uma grande milícia para realizar esse golpe que estavasendo realizado e além disso desenhou um mapa indicando a localização do local onde estavam reunidos.
Antes de partir para o local, acharam melhor tentar avisarao clero local o que estava pra acontecer, munidos de algumas informações e do doppelganger que haviam capturado foram ao conselho da cidade e falaram tudo que sabiam, o sacerdote mais antigo mandou um invoker (PJ do Bacia) para auxiliá-los.


O local ficava a mais ou menos um hora de cavalgada intensa da cidade e não demorou mais do que isso que chegarem, após uma revistada no local encontraram a entrada do galpão. Marcel e Alan levantaram a imensa porta e enquanto seguravam pra que os outros conseguissem passar, Marcel foi alvejado por 5 doppelgagers que ja os aguardavam logo na primeira câmara. A batalha se desenrolou com alguns integrantes la embaixo e o restante ainda na parte de cima, mas so se resolveu mesmo depois que todos ja estavam la embaixo, o que eles não sabiam é que um dos doppelgangers tinha ido avisar seus companheiros que iriam ter uma visita, e a batalha foi intensa, alguns turnos depois mais inimigos chegavam, e mais, e mais ate que um personagem cai, o Alan depois de vários testes de resistencia não conseguiu resistir ao destino e seu personagem morre.


Depois que mais ninguem aparecia, o Camaleão em pessoa aparece e insinua que o personagem do Bacia tinha levado-os para uma armadilha, mas o personagem do Marcel não acreditou em suas insinuações e partiu pra cima do mentiroso, e depois do ataque dele e do Bean, por incrivel que pareça, um bardo causou um estrago imenso nos pontos de vida do assassino que não aguentou muito na batalha e caiu dentro de poucos turnos.


A ssessão ja estava com mais de 7hs de duração, então poupamos tempo e considerei que depois disso esles haviam conseguido provar a sua inocência.


Hora de distribuição de XP e de espólios, a aventura ainda rendeu uma adaga +1 e 400 PO.